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Pesquisa mostra que empresas estão
mais preocupadas com a saúde dos funcionários |
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Publicado: 02/3/05 |
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Estudo elaborado pela Vidalink, com apoio
da Deloitte, revela que 85% das empresas concedem auxílio-medicamento. As empresas estão mais preocupadas com a saúde de seus funcionários. Uma pesquisa que acaba de ser concluída pela Vidalink, líder no mercado de gestão de benefícios em medicamentos, com apoio da área de Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte, uma das maiores empresas do mundo na prestação de serviços de auditoria e consultoria, mostra que 85% das empresas já concedem auxílio-medicamento entre os seus principais benefícios.
A pesquisa, relata Luis González, diretor-executivo da Vidalink, contou com a participação de 112 empresas, das principais regiões brasileiras, que empregam mais de 500 mil funcionários e possuem faturamento combinado de R$150 bilhões (10% do PIB do País). As empresas atuam nos diversos segmentos da economia: indústria, serviços e comércio. Cerca de 24% delas empregam mais de 5.000 funcionários e 46%, entre 1.000 e 5.000.
O ranking dos benefícios concedidos é liderado pelo plano de saúde (adotado por 97% das empresas), seguido dos itens auxílio-alimentação (91%); auxílio-medicamento (85%) e plano odontológico (70%). A pesquisa indica também que as empresas procuram melhorar a saúde de seus profissionais em busca de maior produtividade, com a vantagem adicional de reduzir custos, prevenindo faltas no trabalho e evitar o aumento no pagamento de prêmios às seguradoras que operam planos de saúde.
As empresas pesquisadas gastam, em conjunto, R$140 milhões por mês com o plano de saúde (R$93, em média, por beneficiário); cerca de R$5 milhões por mês em subsídio direto à compra de remédios; e R$13 milhões mediante desconto em folha de pagamentos, informa Luis González, da Vidalink.O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial dos planos de saúde, com 38 milhões de usuários.
O menor custo médio per capita – dentre as que oferecem plano de saúde aos funcionários – é das empresas que usam medicina de grupo, observa a pesquisa. O custo mensal do plano de saúde é de R$103 nas seguradoras, que lideram com 39% de participação no mercado; R$95 no sistema de auto-gestão, que responde por 20% das preferências das empresas; R$73 nas cooperativas médicas (18% adotam); R$68 na modalidade medicina em grupo (13% do total pesquisado) e R$118 nas administradoras de planos de saúde (10% das empresas ouvidas).
Cerca de 30% das empresas ouvidas pela Vidalink e Deloitte já subsidiam a compra de remédios. Porém, o estudo revela que o porcentual de organizações dispostas a conceder esse benefício poderia atingir 73%, caso houvesse um mecanismo de incentivo semelhante ao Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT), adotado pelo Governo Federal com ênfase na alimentação. O valor médio mensal subsidiado, conforme o estudo, é de R$30 na compra de medicamentos, o que equivale a um subsídio médio de 54% sobre o valor do produto.
Para reduzir custos de saúde, como evitar aumentos no valor do prêmio cobrado pelas seguradoras em decorrência de alta sinistralidade, as empresas (71%) ouvidas pela pesquisa estão preocupadas em rastrear e acompanhar os portadores de doenças/patologias crônicas. Mais de 65% dos custos com saúde nas empresas são gerados por apenas 10% dos funcionários com patologias crônicas, sendo que, muitos deles não tomam remédio por falta de dinheiro ou devido aos altos custos dos medicamentos.
A estratégia das empresas é atuar preventivamente, subsidiando a compra de remédios e, desta maneira, diminuindo a incidência de faltas no trabalho e internações prolongadas. A maioria (73%) também faz campanhas e palestras para aumentar a informação dos funcionários. Outras (12%) estão utilizando os serviços de empresas especializadas em gestão na área de saúde, as chamadas PBM (Programas de Benefícios em Medicamentos) para reduzir seus custos nesta área. Nos EUA, mais de 80% das vendas de medicamentos são feitas pelas empresas de PBM, informa Luis González, diretor executivo da Vidalink, PBM brasileira cujo principal acionista é o Grupo Martins.
O auxílio-medicamento aparece em terceiro lugar no ranking dos benefícios concedidos, aponta a pesquisa conjunta da Vidalink e Deloitte. Dentre os beneficiários, estão os funcionários (99%); cônjuge/companheiro (73%); filhos (64%); aposentados (13%) e agregados (14%).Os funcionários de 31% das empresas têm o benefício com uso limitado a um pequeno número de lojas (até 10 pontos de venda), enquanto 38% das empresas oferecem o benefício que pode ser utilizado em uma rede mais ampla, mais de 110 lojas. Os descontos são significativamente maiores quando as empresas limitam o benefício a uma lista de medicamentos ou subsidiam o valor da compra, informa González.
O desconto médio para empresas que possuem uma lista de medicamentos é de 19%, enquanto para aquelas que não possuem uma listagem, o desconto médio é de 13%. Segundo a pesquisa, 71% das empresas financiam a compra de medicamentos e o gasto médio por funcionário descontado em folha de pagamento é de aproximadamente R$36. E 17% das empresas que subsidiam medicamentos arcam com mais de 80% do custo dos remédios. Para reduzir os custos com os subsídios, as empresas (56%) planejam terceirizar a administração do benefício; aumentar (44% do total) a compra de medicamentos mais baratos ou genéricos ou ainda (33%) limitar as compras a uma lista de medicamentos.
Segundo Vicente Picarelli Filho, sócio da área de Capital Humano da Deloitte, a partir dos resultados da pesquisa, observa-se uma gestão cada vez mais apurada das empresas na direção da qualidade de vida de seus profissionais. “A concessão de benefícios, como o auxílio-medicamento, tem cada vez mais peso na retenção de pessoas e na produtividade”, afirma Picarelli.
Mais detalhes: CNC – Consultoria Nacional de Comunicação Tel – 011 32588922 Jornalista responsável – Gerson Genaro
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Sobre a Vidalink
A Vidalink,empresa do Grupo Martins e líder no mercado brasileiro de gestão de benefícios em medicamentos,oferece soluções customizadas para apoiar empresas de todos os setores a maximizar o retorno dos seus investimentos na concessão de benefícios de saúde.
A empresa adaptou o conceito americano de PBM (Pharmacy Benefit Managementou Programa de Benefício em Medicamentos) para a realidade brasileira e tem como objetivo facilitar a aquisição de medicamentos, contribuindo para evitar interrupções nos tratamentos médicos e proporcionando melhor qualidade de vida aos trabalhadores. Hoje, a Vidalink administra descontos, subsídios e serviços de débito em folha de pagamento para mais de cinco milhões de usuários.
Mais informações sobre a Vidalink e o Programa de Benefício em Medicamentos podem ser obtidas pelo site www.vidalink.com.br ou pelo fone (11) 4225-9090. |