VIDALINK É O PRIMEIRO MEMBRO INTERNACIONAL DA MAIS IMPORTANTE ASSOCIAÇÃO DE BENEFÍCIOS EM MEDICAMENTOS DOS ESTADOS UNIDOS

 

Participação da líder brasileira reafirma potencial do segmento no país e

amplia acesso às melhores práticas do mercado norte-americano, hoje com

200 milhões de beneficiários e movimento de cerca de US$ 100 bilhões anuais

 

 

Conhecida globalmente pela sigla PBM – Pharmacy Benefit Management, a gestão de benefícios em medicamentos ainda é recente no Brasil, mas ganha corpo no cenário interno e expressão internacional. A Vidalink, que lidera o segmento no país, aumentou em mais de 1/3 suas vendas, registrando em 2006 faturamento superior a R$ 6 milhões, 34% acima do obtido no período anterior. Também dinamizou a capilaridade do atendimento, ampliando em 60% o número de redes de farmácias credenciadas, o que na prática se traduz em mais de 3 mil lojas em 24 estados brasileiros.

 

Se já havia atraído investimentos da Caremark (atual CVS/Caremark), maior PBM norte-americana e uma das controladoras da empresa ao lado do Grupo Martins e de fundos de investimento, a Vidalink ratifica o potencial do setor no Brasil ao se tornar a primeira e única companhia estrangeira a integrar o quadro de associados da PCMA – Pharmaceutical Care Management Association, principal entidade do setor nos EUA, voltada à pesquisa e ao aperfeiçoamento de técnicas, métodos e ferramentas do mercado de PBM. Outra ação pioneira foi a filiação ao PBMI – Pharmacy Benefit Management Institute, organismo voltado às empresas-clientes, que também desenvolve estudos, publicações e atividades educacionais para promover o intercâmbio de idéias e o avanço das melhores práticas.

 

“Vivemos um importante momento desta nova modalidade de benefício, que vai conquistando espaço nas principais empresas nacionais e multinacionais em atuação no país”, afirma Luis González, diretor-executivo da Vidalink. “Já desenvolvíamos pesquisas locais e, com o respaldo dessas relevantes associações norte-americanas, passamos a contar com um arcabouço robusto de informações e práticas que criam valor para o cliente e favorecem a propagação do conceito no mercado.”

 

 

Radiografia do Mercado

 

Se nos EUA as operadoras de saúde representam uma parcela significativa dos clientes das PBMs, no Brasil o interesse e a iniciativa de buscar alternativas para ampliar o acesso aos medicamentos encontra solo fértil no mercado corporativo. “Mais e mais empresas têm despertado para a importância do benefício em medicamentos como forma de otimizar seus investimentos na área de saúde”, observa González, explicando que a falta de condições financeiras para adquirir um remédio muitas vezes coloca em risco todo o aporte da companhia em assistência médica. “Sem cumprir o tratamento, o funcionário permanece doente ou piora, e acaba recorrendo com maior freqüência a médicos, laboratórios e hospitais, inflando os índices de sinistralidade. Além disso, há a questão do absenteísmo, que compromete a produtividade e afeta os resultados da empresa”.

 

Pesquisa realizada pela Vidalink em parceria com a Deloitte, a partir de um universo de 133 organizações que, juntas, empregam 700 mil colaboradores e apresentam faturamento combinado de R$ 275 milhões, revelou que 83% das empresas consultadas oferecem Benefício em Medicamentos. O estudo indicou também que 7% tinham planos de implementar a iniciativa em uma das modalidades possíveis: rede descontos (preços especiais para compras em farmácias), desconto em folha (crédito para dedução da despesa via holerite) ou subsídio, alternativa em que o empregador absorve parte dos custos dos remédios. Embora as duas primeiras tenham sido apontadas como as opções utilizadas em 79% e 63% dos casos, respectivamente, o subsídio vem se firmando no Brasil e no mundo como mecanismo que possibilita maior índice de adesão ao tratamento medicamentoso – e aqui reside um grande desafio, segundo Luis González.

 

 

“O amadurecimento do mercado pressupõe um trabalho árduo para comprovar a efetividade de medidas como o subsídio, demonstrando a sensível redução da sinistralidade e dos custos com internação e afastamento promovidos a partir desse desembolso. A proximidade com as associações norte-americanas certamente auxiliará nesta empreitada específica e na difusão do sistema de gestão de medicamentos como um todo”. O executivo ressalta, ainda, outro ponto crucial do estudo: caso o governo viabilizasse um incentivo fiscal para medicamentos, nos mesmos moldes do PAT – Programa de Alimentação do trabalhador, funcionários de muitas empresas teriam maior acesso a remédios, uma vez que o índice de organizações dispostas a adotar o subsídio saltaria dos atuais 32% para 77%.

 

A indústria de PBM surgiu nos Estados Unidos nos anos 80 e contabiliza mais de 200 milhões de beneficiários, em um negócio que, só no território norte-americano, envolve de 40 a 50 PBMs e vendas que superam a marca dos US$ 100 bilhões/ano. O conceito chegou ao Brasil no final da década de 90 e, de mercado quase inexplorado, vem atraindo diversos players, entre os quais a Vidalink detém a liderança, com um volume de 650 mil transações/mês.

 

 

 

Sobre a Vidalink

 

Líder brasileira no mercado de PBM – Programa de Benefícios em Medicamentos, a Vidalink oferece soluções customizadas que visam apoiar empresas e operadoras de planos de assistência médica na maximização do retorno dos investimentos em saúde. A companhia tem como acionistas o Grupo Martins, maior atacadista brasileiro, e a CVS/Caremark, principal fornecedora norte-americana de serviços na área de medicamentos, resultado da recente união entre dois gigantes – a maior rede de farmácias dos Estados Unidos e a empresa líder no segmento de PBM daquele país.

 

A Vidalink está presente em 24 Estados brasileiros e conta com uma rede de mais de 3 mil farmácias, viabilizando o amplo acesso a medicamentos genéricos e de marca com preços diferenciados. A carteira de clientes inclui, entre outros, Ambev, Roche, Comgás e diversas Unimeds. A empresa tem, ainda, atuação de destaque no programa Farmácia Popular, oferecendo ferramental tecnológico para uma rápida e eficiente adesão de pequenos, médios e grandes estabelecimentos à iniciativa do Governo Federal. Outra vertente de atuação é o gerenciamento de programas de fidelização de diversos laboratórios da indústria farmacêutica

 

Membro do PBMI – Pharmacy Benefit Management Institute (www.pbmi.com), a Vidalink integra também a PCMA – Pharmaceutical Care Management Association (www.pcmanet.org), principal entidade norte-americana do setor de benefícios em medicamentos, sendo a primeira e única empresa de fora dos Estados Unidos a compor o quadro de associados das entidades. Mais informações em www.vidalink.com.br.

 

 

 

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Jornalista resp.: Thaís Aiello  MTb 13.439